domingo, 5 de novembro de 2006

Edição 05

A nossa missão na Índia tem vivido momentos importantes nos últimos meses.
No dia 15 de agosto celebramos a Assunção de Nossa Senhora e o dia da Independência da Índia ocorrida em 1947. Mas no mesmo dia também tivemos a profissão perpétua de mais um Indiano: Frater Thomas Vinod Chittilappilly, proveniente de Cochin, Kerala. Ele foi um dos primeiros vocacionados aceitos pela nossa comunidade na diocese de Cochin em 1995, quando estavamos ainda nos inícios de nossa presença na Índia. Ele, com o grupo dos primeiros seminaristas dehonianos, fez o seu primeiro ano de estudos juntamente com os seminaristas diocesanos. Daquele mesmo grupo temos também dois irmãos em votos temporários.


Em setembro sentimo-nos honrados com a visita de Pe. Cláudio Weber. Ele chegou no dia 3 e partiu para a sua vista em Filipinas no dia 20 de setembro. A primeira semana ele passou no Kerala onde ele visitou as nossas duas primeiras casas e reservou tempo para uma conversa pessoal com todos os nossos padres e religiosos em Cochin e Aluva. O tempo restante ele passou nas nossas três comunidades em Andhra Pradesh, dando também tempo para colóquios pessoais com os padres e alguns dos fratres. Ele passou os últimos dias de sua visita conosco, aqui no noviciado. Para mim pessoalmente, foi muito importante a atenção recebida e fiquei realmente satisfeito pela maneira com que ele atenteu e incentivou os dehonianos presentes nesta missão.
Estamos iniciando o mês de outubro dedicado às missões. Neste ano fomos agraciados com com VII Conferência Geral com o tema: Missão ad Gentes. Lendo com os noviços o documento final, chamou-me atenção o n.4 : Uma Paixão por Deus, pelo Reino e pelo Outro. É de fato um belo retrato do missionário dehoniano. Vale apena refletir, sobretudo se você também sente o chamado para uma vida dedicada para a missão ad gentes.
No final desta semana, dia 7, deixarei novamente a Índia para renovar o meu visto para mais seis meses em Bangkok. Mais outros três missionários estarão dexando também a Índia pelo mesmo motivo. Para conseguir novo visto, precisamos normalmente de uns dez dias. Não foi fácil encontrar um padre para me substituir aqui no noviciado, visto que não tenho um socius. Finalmente Pe. Mathew, um dos mais jovens padres indianos, aceitou ficar no noviciado durante a minha ausência, e o mestre dos noviços dos Jesuitas também virá para algumas conferências em preparação para o retiro de 30 dias que os noviços deverão iniciar no dia 23 de outubro.
Na foto Pe. Cláudio Weber com o Pe. Martin, superior do distrito, na recepção feita pelos noviços no dia 10 de setembro. Visível o cansaço, depois de seis horas de trem de Hyderabad a Guntur.

domingo, 9 de abril de 2006

Edição 03






Feliz Páscoa!
Mais um pouco sobre a presença dehoniana na Índia:
Nestes dias foi reeleito o nosso superior distrital Fr. Martin van Ooy para um terceiro triênio. Os conselheiros são novos, incluindo um indiano ordenado no ano passado e que está terminando em Roma o curso de um ano para formadores da Congregação.
Em março iniciamos a construção da casa para a teologia em Eluru, 100 km das duas casa nossas em Guntur (Noviciado e seminário) no mesmo estado de Andhra Pradesh. Será a nossa quinta casa na Índia. As outras duas, filosofia em Aluva e seminário menor em Kumbalanghy, se encontram no estado do Kerala, extremo sul da Índia. Foram estas as nossas duas primeiras construções.
Depois da Páscoa receberemos no nosso noviciado nove postulantes, que deverão iniciar o noviciado no dia 30 de abril. Os atuais dez noviços deverão professar os primeiros votos no dia primeiro de maio. Seis deles irão para a teologia e quatro farão estágio de um ano nas nossas casas de formação (2) e com os salesianos (2).
No início de abril passei dez dias em Cingapura para renovar o meu visto de turista para a Índia. Consegui para mais seis meses. Mas desta vez não foi tão fácil consegui-lo por lá. Mas com jeitinho e apresentando motivações convincentes consegui. Em alguns países estão dando visto de turista apenas para um mês ou três meses nas embaixadas indianas. Na próxima vez penso de ir para o Nepal e tentar um visto para um ano.
Acompanho com oração a situação de nossos doentes P. Aloísio e P. Léo Tarcísio. Sinto-me muito enriquecido pela união espiritual de P. Aloísio, que realmente marcou e continua marcando a minha vida religiosa e sacerdotal.
Saudações especiais a todos, e que este tempo de páscoa possa ser um tempo especial para todos nós, enriquecendo-nos na missão que o Senhor nos confia.
Envio fotos das nossa duas casa no estado do Kerala: Kumbalanghy e Aluva.