Namaskaram!
Como já havia informado na última edição, o meu serviço missionário na Índia está findando. Já me encontro em Roma, e em junho retorno para o Brasil para Iniciar um novo trabalho com nossos teólogos em Taubaté. Embora esteje deixando a Índia, após nove anos, ainda continuo em comunhão com o distrito indiano que tive a graça de acompanhar desde os seus primeiros anos de existência.
No dia primeiro de maio professaram mais oito noviços. Três farão o curso de teologia e os demais farão um ano de estágio. Substituiu-me como mestre dos noviços por um ano, Pe. Thomas Stanley da Irlanda que já está alguns anos na Índia.
Sete dos estudantes que devem concluir a teologia neste ano, estão na Índonésia fazendo um curso de preparação para os votos perpétuos juntamente com indonésios e um filipino.
A última assembléia do distrito, final de dezembro de 2006, teve a participação de todos os membros do distrito e foram traçadas algumas linhas de ação pastoral para os anos futuros. Um passo concreto tomado foi o de aceitar uma paróquia na diocese de Eluru, onde temos o curso de teologia e estamos para inaugurar a nossa quinta casa costruida na Índia. Outros planos são Bombay (Mumbay), Bihar...
Além de mim, estão deixando também a Índia o Pe. Jorge Amaro de Portugal e Pe. Gioseppe Pierantoni (Beppe) da Itália. Nos próximos meses deverão chegar três novos reforços: Pe. Thomas Fix da Índonésia, Pe. Charles Bisgrove dos Estados Unidos, e Pe. Zbignev Muraviec da Polônia.
Agradeço a Deus a oportunidade que ele me deu de ser missionário na Índia. Foram anos que me fizeram crescer como religoso e padre dehoniano. O grande desafio foi, sem dúvida, a internacionalidade e a inculturação. Vivi momentos de tensão e de confronto com pessoas e culturas, sofri e tive que renovar muitas vezes o meu ato de oblação na realidade cotidiana. Mas valeu por tudo de positivo que trouxe para mim e também para a nossa Congregação na Índia. Penso que, dentro de minhas limitações pessoais, fiz a minha parte e os frutos que virão são obra do amor misericordioso de Jesus.Obrigado pela seu apoio, amizade e oração.
Pe. Sebastião Pitz, scj
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